No dia em que morreu a última pessoa que viveu a Revolução, o que resta?
Talvez as histórias que ouviram de tudo o que ficou encerrado n’A Caixa. Talvez os livros que leram sobre os heróis que a ergueram? As canções que cantaram em cada ano, a celebrá-la? A memória de algo que ninguém construiu?
Restam as dúvidas. Restam muitas dúvidas.
A Caixa é um espetáculo de teatro com música que resulta de um processo de criação coletiva dos artistas – intérpretes e criadores. A Caixa (física e conceptualmente) é o elemento central do texto e da ação dramatúrgica que emerge da investigação e criação artística participativa.